Para que esta competição pela qualidade funcione, não só a informação sobre a qualidade deve ser divulgada, mas também os prestadores de cuidados com os cuidados com a saúde devem beneficiar do aumento da procura gerada pela qualidade os cuidados. A concepção dos pagamentos deve ter em conta esta restrição e não corroer demasiado as receitas provenientes de variações na atividade através de um ajustamento automático de ponto flutuante, como é atualmente o caso no T2A.
A gestão regional da aplicação das taxas de permanência facilitaria o estabelecimento de preços mais adequados, ao não fazer depender o valor do ponto da atividade de todos os outros hospitais como acontece atualmente, mas sim ao aplicar uma taxa decrescente para além do nível de atividade previsto pela ARS para o hospital em questão.
Devem também ser produzidos e amplamente divulgados indicadores sobre o desempenho sanitário de entidades decisórias como a ARS, de modo a permitir uma avaliação dos efeitos das orientações adoptadas em termos de prestação de cuidados com os cuidados com a saúde. Seriam homogéneos em todo o território, abrindo uma comparação entre ARS entre si (ou entidades mais pequenas, dentro da ARS, entre si).
Os indicadores incluiriam informações sobre diferentes categorias de despesas e resultados de cuidados com os cuidados com a saúde. Estes resultados incluiriam informações que permitissem detectar possíveis racionamentos, nomeadamente uma medição e monitorização de filas de espera, indicadores notavelmente ausentes na monitorização atual do sistema de cuidados com os cuidados com a saúde francês.